Quarta-feira, 26 de Junho de 2019

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Pernambuco

Publicada em 23/04/16 às 21:51h - 316 visualizações
Maracujá do mato é fonte para estudo de pesquisadores no Sertão de PE

G1 Petrolina


 (Foto: Portal Serrita)
Rico em potássio, ferro, cálcio e vitamina C, o maracujá do mato, uma variação da fruta do maracujá que apresenta peculiaridades como na cor da polpa e da casca, além de ter cheiro e sabor diferenciados, tem sido o alvo de pesquisadores em Petrolina, no Sertão pernambucano. A fruta típica do Semiárido Brasileito está sendo estudada tanto pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) quanto pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).


Uma das propriedades que os pesquisadores estão investigando é em relação ao poder medicinal do maracujá do mato. De acordo com o farmacêutico e pesquisador da Univasf, Jackson Guedes, um dos objetivos é comparar o potencial entre o maracujá do mato e o comum. "A planta já tem uso popular para o tratamento de ansiedade, utilizada como tranquilizante, e também para o tratamento da insônia. Além de que o maracujá amarelo também é muito utilizado para esta finalidade. A gente espera que o maracujá do mato tenha também este efeito farmacológico", explicou o pesquisador da Univasf


A nutricionista, Ana Edileia Leal, explica que estudos em relação à passiflora já demonstram que este fruto tem atividade ansiolítica. "Além disso também tem ação antioxidante, prevenindo o envelhecimento precoce, como o aparecimento de doenças crônicas. O meu foco no estudo é em relação às atividades antilipidêmicas, que é a redução da taxa de gordura", disse a nutricionista.


Na Embrapa, os estudos estão mais voltados para o plantio do maracujá do mato na região semiárida. Os pesquisadores estão testando uma nova variedade do fruto, com o nome de "sertão forte". A espécie é resultado de 11 anos de pesquisa de um cruzamento genético, tornando o fruto mais resistente à seca e que pode ser cultivado sem agrotóxicos e com pouca água.


"As principais características do sertão forte é o maior tamanho do fruto e maior produtividade por área, além do teor de vitamina C contido na sua polpa chegando até 89 miligramas de vitamina por 100 ml de suco. A principal característica é a tolerância à seca que esta espécie contém", disse o engenheiro agrônomo da Embrapa, Francisco Pinheiro



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