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Política

Mais da metade dos deputados estaduais têm novo partido após fim da janela partidária

Publicada em 06/04/2026 às 14:47hBlog do Didi Galvão

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Mais da metade dos deputados estaduais têm novo partido após fim da janela partidária

Com o encerramento da janela partidária na última sexta-feira (3), a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) passa a ter um novo desenho de forças políticas. Em um mês de prazo para trocas de legenda, quase metade dos 49 deputados estaduais mudaram de partido, evidenciando a ampla reorganização das bancadas, com destaque para o crescimento de partidos como PSD e Podemos (POD). O período, que começou em 5 de março, permitiu que 28 parlamentares trocassem de sigla sem risco de perder o mandato.

 

O PSD, legenda presidida em Pernambuco pela governadora Raquel Lyra (PSD), foi o principal destino de parlamentares e passa a figurar como uma das maiores forças da Alepe. A sigla recebeu Débora Almeida e Izaías Régis, que deixaram o PSDB; Joãozinho Tenório, que saiu do PRD; Aglailson Victor, que deixou o PSB; Jarbas Filho, que saiu do MDB; além de Socorro Pimentel e Romero Sales Filho, oriundos do União Brasil, e Antônio Moraes do PP.

 

Outra legenda que ganhou espaço na Casa foi o Podemos. O partido recebeu quatro deputados vindos do Solidariedade, Gustavo Gouveia, Wanderson Florêncio, Luciano Duque e Fabrízio Ferraes; além de Edson Vieira, que deixou o União Brasil, Mário Ricardo, que deixou o Republicanos; e Jefferson Timóteo, que saiu do PP.

 

Apesar da perda, o PP também ampliou sua bancada com a chegada de Joel da Harpa, vindo do PL, e de Gleide Ângelo, France Hacker e Danilo Godoy, todos oriundos do PSB.

 

Já o PSB, partido presidido pelo prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, também registrou movimentações, com a filiação de Diogo Moraes (ex-PSDB), Waldemar Borges (ex-MDB) e Romero Albuquerque (ex-União Brasil).

 

Outras mudanças incluem a ida de Álvaro Porto, presidente da Alepe, do PSDB para o MDB; Zé Queiroz, que saiu do PDT e também migrou para o MDB; Dani Portela, que trocou o Psol pelo PT; João Paulo Costa, que saiu do PCdoB e também ingressou no PT; Renato Antunes, que deixou o PL e foi para o Novo, tornando-se o primeiro representante da sigla na Casa; e Junior Matuto, que saiu do PRD para o Republicanos.

 

Com o novo arranjo partidário definido, a expectativa agora é de que a reorganização interna das bancadas influencie diretamente nas votações e na condução dos trabalhos legislativos ao longo do ano.

 

Para o cientista político Hely Ferreira, as mudanças seguem um padrão já conhecido na política brasileira e estão mais ligadas à estratégia eleitoral do que a alinhamentos ideológicos.

 

“Na maioria das vezes, o critério que é adotado no Brasil para troca de partido não está ligado a um conteúdo programático, muito menos a uma questão ideológica, mas a uma sobrevivência eleitoral”. O especialista também aponta a falta de coerência partidária como um dos principais desafios do sistema político.

 

“Numa eleição, ele faz parte de um partido de ideias sociais democráticas, na outra ele está num partido liberal. De modo que não há coerência por parte da maioria dos políticos no que diz respeito à filiação partidária. Se eles não têm coerência partidária, como é que eles podem cobrar do eleitor coerência no voto?”, questiona Ferreira.

 

Segundo ele, o comportamento dos eleitores também influencia diretamente essas movimentações. “É um processo natural por ser uma questão da sobrevivência eleitoral. O candidato vai ver qual partido ele tem real chance de se reeleger. E isso ocorre porque o eleitor brasileiro, em sua maioria, não vota no partido político, ele vota na pessoa”, analisa.

 

Para Ferreira, diante desse cenário, as trocas de legenda tendem a continuar acontecendo a cada ciclo eleitoral. “Como o candidato sabe que a maioria dos eleitores eles estão pouco preocupados com o partido e sim com a figura do candidato, eles trocam de partido é no período que é permitido pela legislação com questões completamente distantes do que eles diziam que defendiam, e esse cenário na Alepe é um cenário natural, porque isso mostra que o que fala mais alto é o pragmatismo.”

 

Fonte: Diário de Pernambuco

 




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